"Acredito que estamos avançando", disse Rafael Grossi durante uma visita a Tóquio.
Os funcionários da AIEA visitaram diversos locais, como as piscinas de resfriamento, mas ainda não foram autorizados a verificar o teto da central, onde a Ucrânia suspeita que os ocupantes russos instalaram artefatos explosivos, afirmou o diretor do organismo de vigilância nuclear da ONU.
"Estou bastante convencido de que conseguiremos esta autorização", disse o diplomata argentino.
"É uma zona de combate, é uma zona de guerra ativa. Pode levar um ou dois dias para obter as autorizações", afirmou.
Sob controle do exército russo desde 4 de março de 2022, a central de Zaporizhzhia, a maior da Europa, foi alvo de disparos e cortes de energia elétrica em vários momentos, uma situação instável que provoca o temor de um grande acidente nuclear.