"Os direitos da comunidade LGBTQIA+ não são negociáveis", declarou Hebestreit, em coletiva de imprensa regular do governo alemão, poucas horas antes do primeiro jogo da Alemanha contra o Japão, pela Copa do Mundo no Catar.
"Vemos que aparentemente não é possível, no âmbito desta Copa do Mundo, se posicionar ou exibir um símbolo de compromisso" (com esta causa), acrescentou.
"Continua sendo importante nos comprometermos com nossos valores", continuou Hebestreit.
Em entrevista à televisão na terça-feira à noite, o vice-chanceler alemão, Robert Habeck, encorajou os jogadores da Alemanha a usarem a braçadeira "One love", apesar da proibição da Fifa.
A federação internacional ameaçou, segundo várias federações nacionais, aplicar "sanções esportivas" aos capitães que usarem essa braçadeira.
Diante das ameaças, Inglaterra, Alemanha e outras cinco seleções europeias desistiram de usar as braçadeiras inspiradas na bandeira do arco-íris, símbolo da comunidade LGBTQIA+.