Em um decreto com data de 18 de agosto, Casanova foi nomeado como "diretor-geral do Departamento Administrativo Nacional de Inteligência" (DNI).
Criado em 2011, o órgão será dirigido pela primeira vez por um civil que, segundo questionou a oposição, não tem experiência com inteligência e contrainteligência estratégica em segurança e defesa. Como Petro, Casanova se desarmou em 1990 como parte do acordo de paz firmado pelo M-19.
Após entregar as armas, o ex-guerrilheiro assumiu o cargo de chefe de segurança do partido político Alianza Democrática M-19, que surgiu do pacto de paz.
O DNI substitui o Departamento Administrativo de Segurança (DAS), que foi dissolvido após um escândalo de espionagem a juízes, opositores e defensores de direitos humanos sob o governo do ex-presidente Álvaro Uribe (2002-2010).
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