"Obviamente, a eletricidade de Zaporizhzhia é energia elétrica ucraniana... Este princípio deve ser plenamente respeitado", afirmou o Guterres durante uma visita ao porto de Odessa, no sul da Ucrânia.
A Energoatom, operadora das centrais ucranianas, expressou o temor de que Moscou, que ocupa a usina desde março, desconecte a central da rede.