"Esta noite, a Dinamarca enviou um sinal importante. Aos nossos aliados na Europa e na Otan, e ao (Presidente Vladimir) Putin. Nós mostramos que, quando Putin invade um país livre e ameaça a estabilidade na Europa, nós nos unimos", disse a primeira-ministra Mette Frederiksen perante seus apoiadores.
Os líderes da União Europeia, Ursula von der Leyen e Charles Michel, saudaram o que chamaram de uma votação "histórica" na Dinamarca.
"Saúdo a forte mensagem de compromisso para nossa segurança comum enviada pelo povo dinamarquês", destacou em um tuíte a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
Estou "convencida de que a Dinamarca e a UE se beneficiarão desta decisão", acrescentou.
"O povo da Dinamarca fez uma escolha histórica", comemorou o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.
"Tudo indica que depois de trinta anos" os dinamarqueses decidiram hoje mudar de posição sobre a defesa e é preciso "trabalhar mais estreitamente com a Europa", declarou o dirigente do partido de oposição conservador Soren Pape depois de divulgadas as primeiras pesquisas de boca de urna.