Os rebeldes do Tigré, em conflito há 17 meses com o exército etíope, prometeram nesta sexta-feira respeitar um cessar-fogo, poucas horas após o anúncio feito pelo governo de Adis Abeba de uma "trégua humanitária ilimitada".
Depois de lamentar que "o conflito na Etiópia tenha causado um terrível sofrimento a milhões de pessoas", Guterres "celebra a declaração do governo etíope (...) e o empenho das autoridades do Tigré", destacou um comunicado do seu porta-voz, Stephane Dujarric.
No entanto, "esses desenvolvimentos positivos devem se traduzir em melhorias imediatas no terreno", disse o diplomata.
A ONU pede a "restauração dos serviços públicos no Tigré, como bancos, eletricidade e telecomunicações".
"O secretário-geral insta todas as partes do conflito a aproveitar esse progresso encorajador para tomar as medidas necessárias (para estabelecer) um cessar-fogo de longo prazo", disse Dujarric.