O Air Force 2 com a vice-presidente aterrissou por volta das 10h (6h em Brasília) no aeroporto de Orly, em Paris.
Nesta terça-feira, ela deve visitar pesquisadores que trabalham em projetos sobre covid-19 no Instituto Pasteur.
Amanhã à tarde, Kamala vai-se reunir com o presidente francês, Emmanuel Macron, para tratar, entre outros assuntos, de "segurança europeia, Indo-Pacífico, saúde em nível mundial", informou a Casa Branca.
Já no dia 11 de novembro, Kamala Harris comparece à cerimônia de comemoração do armistício de 1918, que pôs fim à Primeira Guerra Mundial. Depois, participa do Fórum de Paris sobre a Paz. Seu retorno está previsto para 13 de novembro.
Em meados de setembro, o anúncio de uma parceria estratégica entre Estados Unidos, Austrália e Reino Unido provocou uma grave crise diplomática entre Washington e Paris, a qual ambos os dois países tentam superar.
Essa aliança, que visa a rivalizar com a China na região do Indo-Pacífico, implicou o cancelamento da compra de submarinos franceses de propulsão clássica, por parte da Austrália, em benefício do modelo nuclear americano.
O secretário de Estado americano, Antony Blinken, e o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, antecederam Kamala na ofensiva diplomática e foram a Paris par acalmar a tensão.
Há dez dias, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, chegou a se encontrar com Macron, na embaixada da França na Santa Sé, na Itália, onde selaram sua reconciliação.
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