"A próxima série de estudos incluirá um exame mais aprofundado dos dados brutos dos primeiros casos" em 2019, disse a OMS em um comunicado sobre o andamento da investigação.
"Compartilhar dados brutos e dar permissão para nova análise de amostras (...) não é diferente do que encorajamos todos os países, incluindo a China, a apoiar para que possamos avançar em nossos estudos de origens de forma rápida e eficiente", acrescentou.
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