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Estado de Minas WASHINGTON

Funcionário vacinado da Casa Branca testa positivo para covid: porta-voz


20/07/2021 18:32

Um funcionário vacinado da Casa Branca testou positivo para a covid-19, disse a porta-voz do governo americano nesta terça-feira (20), acrescentando que a pessoa não teve contato com o presidente Joe Biden ou alguém da equipe de alto escalão.

"Quero confirmar que ontem um funcionário da Casa Branca totalmente vacinado testou positivo para covid-19 fora da sede", disse a secretária de imprensa de Biden, Jen Psaki, em uma entrevista, acrescentando que o funcionário, que não foi identificado, tinha sintomas leves.

Ela disse que, de acordo com protocolos "rigorosos", o funcionário ficará longe da Casa Branca enquanto aguarda os resultados de outros testes, e que o rastreamento de contatos foi realizado.

Psaki disse que houve outros casos na Casa Branca, mas não confirmou quantos ou quando.

"Sabemos que haverá casos de infecções", disse Psaki a repórteres em reunião na Casa Branca. "Mas, como mostra este incidente, os casos em indivíduos vacinados são normalmente leves. A Casa Branca está preparada para detectar infecções com testes regulares".

Ela disse que o caso de contágio representa "um reforço sobre a eficácia das vacinas para a covid-19 contra infecções graves e hospitalização".

Do outro lado da cidade, o gabinete da presidente da Câmara, Nancy Pelosi, confirmou que um de seus porta-vozes testou positivo após se reunir com legisladores estaduais democratas do Texas que estiveram na capital dos Estados Unidos.

Desde que foi diagnosticado, o indivíduo não teve contato com Pelosi, que vem atrás da vice-presidente na linha de sucessão presidencial, disse o subchefe de gabinete de Pelosi, Drew Hammill, em nota.

Depois de fazer um enorme progresso contra a pandemia, a campanha de vacinação nos Estados Unidos desacelerou nas últimas semanas.

Cerca de 68% dos adultos receberam pelo menos a primeira dose, mas existem grandes disparidades geográficas.

A oposição à vacina está ligada principalmente à divisão política no país, com hostilidade muito mais pronunciada entre os conservadores, especialmente entre os partidários do ex-presidente Donald Trump.


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