O orçamento aprovado está estimado em cerca de 6,5 bilhões de dólares e irá vigorar de julho de 2021 a junho de 2022, de acordo com as fontes.
O valor aprovado é o mesmo do ano passado. "Pedidos de todas as delegações foram retirados simultaneamente, permitindo que uma resolução fosse aprovada", disse um diplomata, sob condição de anonimato.
A Assembleia Geral da ONU deve aprovar formalmente nesta quarta-feira a resolução, a qual permitirá que 100 mil soldados de missões de paz destacados em todo o mundo prossigam com suas operações.
"Agora teremos autorização para as despesas necessárias a partir de 1º de julho sem nenhuma interrupção das operações, o que é uma boa notícia", disse o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric. "A redução nas operações teria limitado a capacidade das missões de implementar seus mandatos, incluindo, por exemplo, apoiar os países na resposta à pandemia, proteger civis e outras atividades críticas das missões", lembrou.
Segundo diplomatas, a China, segundo maior contribuinte dessas operações, com 15%, atrás dos 25% dos Estados Unidos, e os países africanos contribuíram significativamente para o bloqueio da ONU, anunciado segunda-feira, para aprovar o novo orçamento.
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