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Estado de Minas REDES SOCIAIS

Amazon, Apple e Google barram Parler, rede social popular entre extremistas

Após invasão do Capitólio por apoiadores de Trump, gigantes da tecnologia fecham cerco à rede social que ganhou popularidade entre extremistas de direita


10/01/2021 08:26 - atualizado 10/01/2021 09:07

Empresas veem 'conteúdo perigoso' após o ataque ao Capitólio por apoiadores do presidente Trump, na quarta (06/01) (foto: Spencer Platt/Getty Images/AFP)
Empresas veem 'conteúdo perigoso' após o ataque ao Capitólio por apoiadores do presidente Trump, na quarta (06/01) (foto: Spencer Platt/Getty Images/AFP)
A Apple e a Amazon retiraram o suporte ao Parler, colocando um obstáculo à rede social que ganhou popularidade entre conservadores. Ao mesmo tempo, as duas gigantes escalaram, com o movimento, uma campanha de outras empresas de tecnologia para regular o conteúdo que veem como perigoso após o ataque ao Capitólio, em Washington, por apoiadores do presidente americano, Donald Trump.

 

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A Amazon informou nesse sábado (09/01) que não forneceria mais serviços de computação em nuvem para o Parler, e a Apple suspendeu o aplicativo da empresa de sua App Store. As duas empresas afirmaram que o Parler não demonstrou, em conversas recentes, que pode endereçar adequadamente a ameaças de violência feitas através da plataforma.

"Sempre demos suporte aos diferentes pontos de vista representados na App Store, mas não há lugar em nossa plataforma para ameaças de violência e atividade ilegal", afirmou a empresa em um comunicado. "O Parler não tomou as medidas adequadas para endereçar a proliferação dessas ameaças à segurança das pessoas."


Os anúncios da Amazon e da Apple vêm um dia após o Google suspender o Parler de sua própria loja de aplicativos, citando violações aos requerimentos de moderação de conteúdo aos apps que distribui.

O Parler tem se posicionado como uma alternativa a plataformas maiores. Suas regras não proíbem discursos de ódio e informações falsas, mas banem spams, ameaças de violência e outras atividades ilegais.

Fonte: Dow Jones Newswires.


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