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Estado de Minas

Suécia recua e recomenda restrições a reuniões públicas

Com a segunda onda assolando o país, premiê reconhece erro e abandona o modelo que evitava bloqueios e contava com medidas voluntárias


17/11/2020 11:51 - atualizado 17/11/2020 12:10

Primeiro-ministro sueco, Stefan Lofven recuou das medidas contrárias aos vizinhos nórdicos Dinamarca, Noruega e Finlândia (foto: (foto: PONTUS LUNDAHL / TT NEWS AGENCY / AFP))
Primeiro-ministro sueco, Stefan Lofven recuou das medidas contrárias aos vizinhos nórdicos Dinamarca, Noruega e Finlândia (foto: (foto: PONTUS LUNDAHL / TT NEWS AGENCY / AFP))

Com uma taxa de mortalidade per capita várias vezes maior do que a de seus vizinhos nórdicos, e um pouco menor do que alguns grandes países europeus como a Espanha, a Suécia recua e recomenda aos seus cidadãos o isolamento social, diante da nova onda da COVID-19
Ontem o primeiro-ministro Stefan Lofven proibiu encontros de mais de oito pessoas e fez um apelo à população de seu país: "Não vá a academias, não vá a bibliotecas, não faça jantares em casa. Cancele. Esta é a nova norma para toda a sociedade", disse Lofven em entrevista coletiva. 
 
O país chamou a atenção internacional por sua resposta pouco ortodoxa à pandemia, evitando bloqueios e, em vez disso, contando com medidas voluntárias. A adesão às recomendações suecas para o coronavírus diminuiu desde a primavera e as reuniões públicas serão limitadas a oito pessoas, ante um limite anterior de 300, disse o primeiro-ministro Stefan Lofven na segunda-feira (16).
 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou, ontem (16), um recorde de novos casos diários de COVID-19 em todo o mundo, enquanto os Estados Unidos superaram 11 milhões de contágios e os países europeus preparam novas restrições a longo prazo para combater a pandemia.


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