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Quarenta e dois brasileiros são repatriados da Oceania em voos humanitários

Fechamento das fronteiras e as restrições aos voos devido à COVID-19 deixaram milhares de pessoas bloqueadas na América Latina


postado em 29/06/2020 19:55 / atualizado em 29/06/2020 20:14

Enquanto brasileiros conseguiram voltar, aviões da LATAM devolveram no sábado, a partir de Santiago, cidadãos chineses, neozelandeses e australianos que permaneciam bloqueados na América do Sul (foto: MARTIN BERNETTI/AFP)
Enquanto brasileiros conseguiram voltar, aviões da LATAM devolveram no sábado, a partir de Santiago, cidadãos chineses, neozelandeses e australianos que permaneciam bloqueados na América do Sul (foto: MARTIN BERNETTI/AFP)

Mais de 200 sul-americanos, entre eles 42 brasileiros, além de chilenos, colombianos e peruanos deixaram no fim de semana a Oceania em voos humanitários com destino a Santiago, após ficarem bloqueados na Austrália e na Nova Zelândia pelas restrições a viagens devido à pandemia, informou nesta segunda (29) a chancelaria chilena.

 

Dois aviões da companhia chileno-brasileira LATAM partiram na sexta e na segunda rumo a Santiago das cidades de Sydney, na Austrália, e Auckland, na Nova Zelândia, com mais de duas centenas de sul-americanos, em uma operação que envolveu as chancelarias dos países das pessoas resgatadas, da Austrália e da Nova Zelândia, segundo um comunicado do Ministério das Relações Exteriores do Chile.

A operação "visava a dar resposta a quem, no âmbito da pandemia da COVID-19, se viram impossibilitados de embarcar em seus voos regulares", informou a nota.


Os brasileiros já conseguiram voltar ao seu país. Enquanto isso, os aviões da LATAM devolveram no sábado, a partir de Santiago, cidadãos chineses, neozelandeses e australianos, que permaneciam bloqueados na América do Sul.


"Esta operação internacional foi complexa; implicou abrir fronteiras, dar refúgio às pessoas, obter salvo-condutos", afirmou Teodoro Ribera, chanceler chileno.


O fechamento das fronteiras e as restrições aos voos devido à COVID-19 deixaram milhares de pessoas bloqueadas na América Latina, onde morreram 111.640 pessoas e foram infectadas 2.473.164 devido à pandemia.


O vírus também afetou fortemente a indústria da aviação comercial da região, onde empresas como a LATAM e a colombiana Avianca adotaram medidas para fazer frente à crise.


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