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Estado de Minas

ONU e Igreja oferecem mediar crise no Equador


postado em 08/10/2019 22:07

As Nações Unidas e a Igreja católica se ofereceram para mediar a crise social no Equador, deflagrada pela alta nos preços dos combustíveis, informou nesta terça-feira a ministra do Interior, María Paula Romo.

Com base nesta oferta, "estamos aceitando a mediação das Nações Unidas e da Conferência Episcopal (Equatoriana), que já trabalham neste momento nas aproximações" com as lideranças dos manifestantes, disse a funcionária.

"As Nações Unidas e a Conferência Episcopal estão trabalhando diariamente para conseguir as primeiras aproximações entre o governo e as organizações indígenas", declarou Romo à imprensa.

"Estamos comprometidos com um processo de diálogo envolvendo aqueles que têm divergências de critério, diferenças políticas, fazendo sempre um apelo ao respeito à paz".

O presidente do Equador, Lenín Moreno, decretou nesta terça-feira o toque de recolher para proteger os prédios públicos dos protestos deflagrados com a alta nos preços dos combustíveis, após tentativas de invasão do Congresso e da Casa de Governo.

Na quinta-feira, Moreno já havia decretado o estado de exceção diante das manifestações contra a eliminação dos subsídios e o consequente aumento dos preços dos combustíveis em até 123%.


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