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Estado de Minas

EUA pedem que Honduras 'faça mais' para deter migração ilegal


postado em 22/04/2019 20:01

A subsecretária de Estado dos Estados Unidos, Kimberly Breier, se reuniu nesta segunda-feira com o presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, para pedir que ele "faça mais" para frear a onda de migrantes sem documentos em direção ao país norte-americano, informaram fontes oficiais.

Breier iniciou nesta segunda-feira uma visita a Honduras e El Salvador "para instar os governos desses países a fazerem mais para prevenir a imigração ilegal em direção aos Estados Unidos e promover a boa governança, a prosperidade e a segurança regional", disse o Departamento de Estado em um comunicado.

O governo hondurenho informou que Brier se reuniu na tarde desta segunda-feira com Hernández na casa presidencial, sem dar acesso à imprensa.

Breier publicou no Twitter uma foto de sua reunião com o pessoal da missão diplomática de Washington em Tegucigalpa, liderada pela encarregada de negócios, Heyde Fulton.

Segundo o comunicado do Departamento de Estado, a subsecretária discutirá, durante sua viagem, "a importância de fortalecer as instituições independentes que combatem a corrupção e a impunidade tanto com a administração hondurenha como com a Missão de Apoio contra a Corrupção e a Impunidade em Honduras" (MACCIH), criada pela OEA.

Considerou que "a corrupção contribui para impulsar a imigração ao minar a prosperidade, a segurança e a boa governança em toda a região".

Hondurenhos, salvadorenhos e guatemaltecos começaram a migrar há décadas para os Estados Unidos individualmente ou em pequenos grupos, mas desde outubro passado começaram a fazer isso em caravanas de milhares de pessoas, que alarmaram o presidente Donald Trump e o levaram a mobilizar militares na fronteira com o México.

Os migrantes hondurenhos atribuíram sua decisão de abandonar o país à falta de empregos e à violência de gangues e narcotraficantes que afetam as comunidades.

Trump ordenou cortar a ajuda aos três países do chamado Triângulo Norte da América Central, por considerar que os governos não fazem o suficiente para frear as correntes migratórias.


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