O desempejo na zona euro retrocedeu em noviembre a 7,9%, no mesmo nível de outubro de 2008, indica o Eurostat, que situou o número de pessoas sem emprego em 13 milhões.
A primeira estimativa para novembro do escritório de estatísticas europeu é dois décimos menor do que a do provedor de serviços financeiros Factset e um décimo a menos que o valor revisado pelo Eurostat para outubro.
A Alemanha, principal economia da zona euro, manteve o desemprego estável em 3,3%, o nível mais baixo dos 19 países do euro, seguido pela Holanda (3,5%, -0,2%) e Malta (3 , 7%, + 0,1%).
Os grandes países do sul da Europa continuam com números acima da média. A Grécia, que deixou em agosto uma série de programas de resgate concedidos desde 2010, registrou a maior alta, de 18,6%, segundo dados de setembro.
Na Espanha, a porcentagem de pessoas sem emprego caiu um décimo em novembro, para 14,7%.
A Itália registrou igualmente uma queda, para 10,5%. Em Chipre, aumentou quatro décimos para 9,2%.
O desemprego na França, a segunda maior economia da zona euro, permaneceu estável em 8,9%, como em Portugal, onde ficou em 6,6%.
A percentagem de desempregados atingiu, no auge da crise da dívida, 12,1% entre abril e junho de 2013. Desde então, a situação melhorou e aproxima-se da média anterior à crise financeira mundial de 2008, quando ficou em 7,5%.
No grupo dos 28 países da União Europeia, o desemprego permaneceu estável em novembro em 6,7%, com cerca de 16,5 milhões de desempregados.
A porcentagem de jovens caiu um décimo em todo o bloco, para 15,2%.
.