Washington, 02 - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não expressou qualquer preocupação com o fato de seu antigo conselheiro de segurança nacional, Michael Flynn, ter se declarado culpado de mentir para o FBI sobre seus contatos com a Rússia. O presidente enfatizou que não houve "conluio" entre a sua equipe de campanha e os russos. Três vezes, Trump disse a repórteres que foi demonstrado que "não houve conluio".
As observações do presidente na manhã deste sábado foram a sua primeira reação pública ao acordo de delação, no qual Flynn está cooperando com a investigação sobre a suposta interferência da Rússia na eleição presidencial norte-americana. Trump falou a repórteres ao sair da Casa Branca para dirigir-se a Nova York para eventos de arrecadação de fundos para causas beneficentes.
Mais cedo, o presidente fez dois comentários no Twitter sobre o projeto de reforma tributária nos EUA dos senadores republicanos, aprovado por 51 votos a 49 no Senado do país na madrugada deste sábado. Primeiro, logo após a votação, Trump disse que "estamos um passo mais perto de entregar grandes cortes de impostos para famílias trabalhadoras em toda a América". "Aguardo com expectativa para assinar um projeto final antes do Natal!"
Depois, em novo tuíte, o presidente dos EUA reforçou o elogio, afirmando que "o maior projeto de lei fiscal e os maiores cortes fiscais da História acabaram de passar no Senado". "Agora, esses grandes republicanos irão para a passagem final. Obrigado aos republicanos da Câmara e do Senado pelo seu árduo trabalho e comprometimento!", afirmou Trump.
A Câmara dos Representantes havia aprovado um projeto de reforma tributária no mês passado.
(AE).