O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, qualificou de "ato violento" que "não pode ser tolerado" o disparo de um míssil, efetuado pela Coreia do Norte na madrugada de quarta-feira (tarde de terça no Brasil) e pediu uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU.
"Nunca cederemos ante nenhum ato de provocação. Reforçaremos nossa pressão" sobre Pyongyang, declarou Shinzo Abe à imprensa.
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