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Estado de Minas

Atirador mata cinco pessoas e comete suicídio em Orlando nos EUA

Segundo as autoridades locais, o homem agiu sozinho e cometeu os crimes usando uma arma e uma faca. Ele teria sido demitido do trabalho em abril, o que motivou o crime


postado em 05/06/2017 12:12 / atualizado em 05/06/2017 13:18

(foto: GERARDO MORA / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)
(foto: GERARDO MORA / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)

O xerife da Polícia do condado de Orange, na Flórida, EUA, Jerry Demmings, informou que um homem, ex-funcionário de uma empresa de Orlando, foi ao local onde trabalhava e matou cinco pessoas antes de cometer suicídio nesta segunda-feira. Segundo as autoridades locais, outras sete vítimas escaparam do ataque.


"O indivíduo, de 45 anos, era um ex-funcionário desta empresa que foi demitido em abril", declarou Demmings durante uma coletiva de imprensa, descartando neste momento qualquer ligação com o terrorismo. "Não temos pistas que indiquem que o sujeito fazia parte de alguma organização terrorista", explicou. "Provavelmente foi um incidente violento em local de trabalho".



Pelo Twitter oficial do escritório do xerife, as autoridades informaram que o atirador agiu sozinho e cometeu os crimes usando uma arma e uma faca. Ele matou três homens e uma mulher no local. Outra vítima do sexo masculino morreu no hospital. Os crimes ocorreram por volta das 08H00 (11H00 de Brasília).

O xerife indicou que a empresa em questão fabricava acessórios para carros. Em junho de 2014, a polícia foi chamada porque o homem responsável pelo tiroteio nesta segunda havia agredido um outro empregado. No entanto, nenhuma acusação foi registrada contra ele.

O atirador tinha pequenas condenações por posse de maconha e delitos de violência.

 

Em junho de 2016, a cidade de Orlando foi palco de um tiroteio em uma boate frequentada pela comunidade gay, que deixou 49 mortos e dezenas de feridos. Cidadão americano de origem afegã, o autor do massacre havia prometido fidelidade ao grupo Estado Islâmico (EI) durante o tiroteio.

Com informações da AFP

 

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