O chefe de Governo italiano, Paolo Gentiloni, admitiu nesta sexta-feira que a luta contra as mudanças climáticas não avançou durante a cúpula do G7 de Taormina em razão dos Estados Unidos, que decidiram "refletir" sobre o assunto.
"A nova administração americana decidiu tomar um tempo de reflexão sobre o assunto.
"A questão do pacto sobre o clima assinado em Paris segue pendente", reiterou o primeiro-ministro italiano.
A Itália havia reconhecido ante a imprensa que a cúpula começou marcada por profundas divisões, mas que ainda esperava encontrar pontos de convergência.
Durante a campanha eleitoral, Trump prometeu romper com o histórico pacto mundial para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.
Contudo, após vencer as eleições, adiou a decisão até que tenha escutado seus aliados sobre o tema.
A cúpula na Itália é considerada um teste-chave para medir a seriedade da nova administração americana e descobrir se Trump implementará suas polêmicas promessas eleitorais, inclusive sobre o comércio internacional e o protecionismo.
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