O documento, divulgado ontem à noite, diz que o presidente dos EUA teve uma conversa "muito boa" com Poroshenko no telefone, abordando vários tópicos, incluindo o conflito com a Rússia. Moscou tem negado envolvimento na luta contra as forças do governo ucraniano no leste do país, apesar das evidências de que fornecem não apenas armas e combatentes a separatistas pró-Rússia, como também suas próprias unidades militares.
De acordo com a declaração da Casa Branca, Trump disse que trabalharia com a Ucrânia, a Rússia e "todas as partes envolvidas para ajudá-los a restaurar a paz ao longo da fronteira". O conflito, que foi retomado na semana passada, está acontecendo em um fronte a mais de 400 quilômetros da região fronteiriça.
O documento levanta incertezas sobre a estratégia de Trump para a Rússia. Ele tem expressado admiração pelo presidente russo, Vladimir Putin, e disse que quer estreitar relações, em particular para ajudar na luta contra o Estado Islâmico.
O embaixador dos EUA na Organização das Nações Unidas (ONU), no entanto, condenou a Rússia pelas agressões contra a Ucrânia, e legisladores republicanos pressionaram Trump a manter linha dura conta Putin, incluindo sanções. O documento da Casa Branca, no entanto, não condena o Kremlin de nenhuma maneira. Fonte: Dow Jones Newswires..