Macri afirmou em coletiva que está "à disposição" do juiz federal Sebastián Casanello no que se refere aos pedidos do magistrado à justiça do Panamá e das Bahamas para colocar uma lupa sobre companhias nas quais o presidente tem o nome citado.
"Temos todos que fazer os procedimentos necessários para confirmar aquilo que é verdade ou não", afirmou o presidente, sustentando que não cometeu nenhuma irregularidade.
A suspeita é que o presidente tenha omitido intencionalmente sua participação em offshores para não recolher impostos.
Casanello pretende determinar se Macri figura ou não como acionista através de registros bancários com seu nome ou de pessoas ligadas a ele através de atividades comerciais e financeiras. A Fleg Tranding LTD foi registrada no país caribenho na década de 1990 com objetivos de investir no Brasil, mas os aportes não foram realizados e a empresas teve suas atividades encerradas em 2009.
O presidente também declarou que a justiça deve trabalhar de "forma independente" neste caso e também nas denúncias que recaem sobre sua antecessora, Cristina Kirchner, acusada de enriquecimento ilícito, falsificação de documentos e fraude contra o Estado. Fonte: Associated Press..