As eleições parlamentares dinamarqueses terminaram nesta quinta-feira em um empate entre a esquerda no poder e os conservadores da oposição, de acordo com as pesquisas de boca de urna.
Mais de quatro milhões de dinamarqueses foram chamados às urnas após uma campanha dominada por questões de economia e imigração.
Uma pesquisa anunciada pela emissora pública DR dava 89 assentos para a direita contra 86 para a coalizão de esquerda no poder.
As pesquisas, no entanto, não incluem os quatro assentos atribuídos aos territórios autônomos da Gronelândia e das Ilhas Faroé, onde os colégios eleitorais seguem abertos.
Essa diferença de horário atrasa a contagem dos votos. De acordo com a TV2, a balança deve se equilibrar, inclinando-se a favor do bloco no poder graças aos quatro lugares em disputa, o que permitiria a social-democrata Helle Thorning-Schmidt permanecer no poder.
No final de maio, antes da convocação das eleições, Thorning-Schmidt assegurou que a Dinamarca tinha saído da crise que atingia o país duramente desde 2008.
A recuperação da economia - com uma previsão de crescimento de entre 1,4% e 1,7% para 2015 - permitiu subir quase sete pontos nas pesquisas em poucos dias.
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