Segundo o documento, apenas um membro se declarou favorável à diminuição dos estímulos previstos no pelo programa de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês).
Alguns dirigentes argumentaram que reduzir o volume de compras de ativos antes que a inflação atinja a meta de 2% pode "reduzir os efeitos" do programa. Em março, o núcleo da índice de preços ao consumidor (CPI) ficou em 0,2% no ano, de acordos com dados do governo japonês.
Takahide Kiuchi, um conhecido dissidente da posição do BoJ, tem alertado para o fato de que o QE japonês possa estar chegando a um ponto em que produz mais efeitos negativos que positivos, como a desestabilização do mercado de bônus ou a criação de bolhas financeiras. Fonte: Dow Jones Newswires..