O governo de Raúl Castro qualificou nesta terça-feira de "justa" a decisão do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de excluir Cuba da lista de países promotores do terrorismo.
"O governo de Cuba reconhece a justa decisão tomada pelo presidente dos Estados Unidos (Barack Obama) de eliminar Havana de uma lista na qual jamais deveria ter entrado", destaca o texto emitido pela chancelaria cubana.
Obama enviou ao Congresso um texto onde ressalta sua "intenção de retirar" Cuba da lista, um dos obstáculos para o avanço do processo de reconciliação diplomática.
O presidente afirmou ao Congresso que pode provar que "o governo de Cuba não proporcionou apoio ao terrorismo internacional nos últimos seis meses", e destacou que o governo em Havana "deu garantias de que não vai apoiar atos de terrorismo internacional no futuro."
