A manifestação coincidiu com uma sessão fechada do parlamento, no qual o ministro de Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, compareceu perante aos legisladores para explicar o acordo.
O acordo, a ser finalizado até 30 de junho, foi esmagadoramente apoiado pela grande maioria do Irã, incluindo o presidente Hassan Rouhani, mas os radicais diziam que será um desastre para o Irã.
O acordo tem o intuito de conter a tecnologia para a fabricação de bombas nucleares e, em troca, liberar o acesso a contas bancárias, ao mercado de petróleo e aos ativos financeiros, que estão bloqueados por conta de sanções internacionais.