O grupo foi detido na Venezuela em meio ao aumento da tensão política entre o país sul-americano e os Estados Unidos. Eles foram informados de que não tinham os vistos de trabalho necessários para atuar no país, algo que não havia sido exigido anteriormente durante os 14 meses em que eles atuaram em projetos sociais.
O líder do grupo, Arlynn Hefta, classificou o fato como uma experiência "angustiante", mas disse que os religiosos não foram agredidos fisicamente e que eram tratados pelos policiais de uma forma "minimamente adequada". Fonte: Associated Press..