A família do jornalista americano Steven Sotloff anseia por ver seu decapitador atrás das grades, o qual teria sido identificado nesta quinta-feira como um jovem londrino.
"Se Mohammed Emwazi - como foi identificado - for o homem que executou Steve, os Sotloff confiam, inteiramente, em que os serviços de Segurança e de Inteligência americanas vão capturá-lo", disse seu porta-voz Barak Barfi em e-mail enviado à AFP, depois que a imprensa americana divulgou a identidade do "Jihadista John".
"Anseiam pelo dia em que John será julgado e condenado pelo crime de executar Steve", afirmou Barfi.
"É assim que funciona a Justiça americana e é assim que essa nação prevalecerá sobre as forças malignas que querem impedir nosso estilo de vida", completou.
A família do jornalista decapitado no ano passado pelo grupo Estado Islâmico, que opera na Síria e no Iraque, foi "informado da identidade de John", acrescentou o porta-voz.
Depois de aparecer mascarado em vários vídeos decapitando cinco reféns ocidentais, incluindo Sotloff, o jihadista foi identificado nesta quinta-feira por vários jornais como Emwazi, um jovem programador londrino nascido no Kuwait.
Sotloff foi decapitado pelos extremistas um ano depois de ter sido sequestrado na Síria, em represália aos ataques aéreos americanos contra o EI no Iraque.
A família de Sotloff vive no bairro Pinecrest de Miami, na Flórida.
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