O porta-voz da organização, Stephane Dujarric, disse que ambas as forças estão se preparando para a operação contra as Forças Democráticas para a Libertação de Ruanda, conhecidas como FDLR, formadas por extremistas Hutus de Ruanda que participaram do genocídio de 1994 e, em seguida, fugiram pela fronteira para o Congo.
Ele disse que o Exército do Congo e a missão da ONU, conhecida como MONUSCO, desenvolveram um plano militar conjunto para a operação que a MONUSCA já posicionou parte das tropas e dos equipamentos.
Dujarric disse que o principal enviado da ONU no Congo, Martin Kobler, atualizou o Conselho de Segurança da organização nesta segunda-feira sobre o FDLR e a situação de segurança no país.
O leste do país abriga diversos grupos armados e milícias, muitos disputando controle de vastos recursos minerais da região. Apesar de o conflito ser principalmente um transbordamento de Ruanda, ele inclui grupos rebeldes do Burundi e de Uganda.
Em fevereiro de 2013, o governo do Congo e outras dez nações africanas, incluindo Ruanda e Uganda, assinaram um acordo de não interferência nos assuntos internos dos outros países, além de não hospedar grupos armados. Em seguida, o Conselho de Segurança reforçou a missão da ONU no Congo com uma Brigada de Intervenção para realizar operações ofensivas contra grupos armados e autorizou o uso de drones desarmados no leste do país. Fonte: Associated Press..