A entrega dos documentos foi o último passo formal para fazer parte da corte, decisão que foi anunciada na quarta-feira pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, em reunião televisionada. "Este é um passo bastante significativo", afirmou o embaixador palestino na ONU, Ryad Mansour. "É uma opção que temos em nossa busca por justiça para todas as vítimas de Israel", disse.
A decisão foi duramente criticada por Israel, que ameaçou retaliar os palestinos em caso de admissão na corte. Os Estados Unidos também se opuseram à estratégia, que, em sua opinião, deixaria um acordo de paz entre as partes mais distante.
Segundo Mansour, os palestinos procurarão denunciar supostos crimes cometidos por Israel, inclusive a construção de assentamentos em território palestino. O embaixador palestino afirmou que os assentamentos constituem "um crime de guerra" sob o Estatuto de Roma, estabelecido pela mesma corte. Fonte: Associated Press..