Ban pediu, em um comunicado, que todos os lados deem um fim ao conflito e alertou que há possibilidade de sanções contra país.
O enviado da ONU à Líbia, Bernardino León, pediu ao líder do país, Abdullah Al Thinni, para acabar com os bombardeios na base aérea de Matiga, controlada por milícias islâmicas. Al Thinni descreveu as ações como "preventivos" contra grupos que planejam ataques ao governo.
Desde a saída de Muamar Kadafi do comando do país em 2011, a violência entre os grupos armados se espalhou, levando a uma crise humanitária. Um total de 393.400 pessoas foram deslocadas desde maio na Líbia, de acordo com o Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). A eleição do Parlamento Nacional em 25 de junho pareceu ser um passo em direção à democracia, mas no início deste mês o Supremo Tribunal da Líbia declarou o Parlamento inconstitucional..