O surto também continua a se espalhar em outras partes da África Ocidental, com 142 casos registrados, totalizando 2.615, com 1.427 mortes, afirmou a Organização Mundial de Saúde (OMS) na sexta-feira. A maior parte dos casos ocorreu na Nigéria, onde o governo está entregando arroz doado para um bairro pobre, onde 50 mil pessoas foram isoladas do resto da capital, na tentativa de conter o avanço do surto.
A epidemia segue se propagando na Libéria, país mais afetado pelo vírus, ao mesmo tempo que a morte de 13 pessoas por uma febre “de origem indeterminada” na República Democrática do Congo provoca preocupação. A Costa do Marfim anunciou o fechamento das fronteiras terrestres com Guiné e Libéria, com o objetivo de “proteger o conjunto das populações, inclusive estrangeiras, que vivem em território marfinense”. De acordo com o registro mais recente da OMS, de 20 de agosto, foram registrados 1.082 casos na Libéria, 624 deles fatais. A Libéria é o país mais atingido pela epidemia, que também afeta Serra Leoa, Guiné e, em menor escala, Nigéria. No total morreram 1.427 pessoas..