O porta-voz da presidência, Ehab Badawi, informou que o governante interino emitiu o decreto na quinta-feira.
O decreto altera as leis atuais do país, que não criminalizam o assédio sexual e só vagamente se referem a tais infrações como "agressão indecente".
O decreto de Mansour prevê que assediadores enfrentem entre seis meses a cinco anos de prisão. A sentença é mais dura se um assediador detiver uma posição de poder sobre a vítima, como sendo seu superior no trabalho, sendo alguma autoridade ou estiver armado com uma arma.
Badawi disse ainda que "as penalidades dobrarão" para reincidentes. Fonte: Associated Press..