O Fundo Monetário Internacional afirmou nesta segunda-feira que estava "monitorando a situação" na Ucrânia após o referendo promovido por separatistas pró-Rússia no leste do país.
Em abril, o FMI aprovou um pacote de ajuda de 17 bilhões de dólares para a Ucrânia, mas alertou que poderia ser reajustado se Kiev perdesse o controle do leste, área altamente industrializada.
Segundo o credor da crise global, as províncias orientais de Donetsk, Lugansk e Kharkiv representam 21,5% da produção econômica do país e 30% da produção industrial.
Separatistas realizaram polêmicos referendos em Donetsk e Lugansk no último domingo e indicaram que os votos deram vitória à independência.
O FMI, que já desembolsou 3,2 bilhões de dólares em ajuda a Kiev, não informou o que fará se o país quebrar.
O FMI libera empréstimos sob a condição de as autoridades nacionais avançarem em reformas econômicas e comprometerem-se com outras medidas exigidas pelo programa de ajuda.
A próxima revisão do programa para Kiev será em julho.
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