"A verdade gritante e simples é esta: o direito de voto está ameaçada hoje de uma forma que não ocorria desde que o Ato de Direito Eleitoral tornou-se lei quase cinco décadas atrás", disse Obama a uma multidão de cerca de 1.600 pessoas em uma conferência de direitos civis em Nova York.
O presidente prometeu que não deixará os ataques contra os direitos eleitorais passarem em branco, mas ele não ofereceu detalhes sobre ações específicas que a administração planeja tomar.
No ano passado, sete Estados aprovaram restrições eleitorais, que vão desde a redução nos períodos de voto até requisitos de identificação, de acordo com o Centro Brennan para a Justiça na Escola de Direito da Universidade de Nova York.
O presidente tem culpado os republicanos por esforços para conter o acesso às urnas. Obama disse que as medidas "não têm sido lideradas por ambos os partidos. Foram lideradas pelo Partido Republicano". Zombando dos republicanos, ele perguntou: "Que tipo de plataforma política é essa? Por que vocês fazem disso uma parte da agenda, impedindo as pessoas de votar?"
Os republicanos têm argumentado que os requisitos de identificação e outros controles de voto são medidas razoáveis destinadas a proteger o processo de votação, para não suprimir a participação de eleitores. Democratas dizem que os requisitos de identificação com fotos afetam principalmente minorias ou eleitores de baixa renda que não podem dirigir e, portanto, podem não ter uma identificação oficial do governo. .