O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, e a comissária de Relações Exteriores da UE, Catherine Ashton, disseram que a crise na Ucrânia "trouxe preocupações energéticas à tona" e pediram a Moscou que siga os princípios da "justiça" e "não discriminação" ao lidar com parceiros energéticos, segundo comunicado divulgado após reunião em Bruxelas.
Os temores em relação à ameaça sofrida pelos suprimentos de gás cresceram desde o início da crise na Ucrânia, a principal rota de passagem para as importações do gás russo à Europa.
Atualmente, o continente europeu recebe cerca de 30% de seu gás da Rússia.