Amos disse em comunicado nesta segunda-feira que desde o dia 7 de fevereiro grupos humanitários trabalham com autoridades locais e representantes de todos os lados "em circunstâncias extremamente perigosas" para retirar mais de 800 pessoas de Old Homs e levar alimentos e medicamentos para a população que recebeu pouca ajuda em quase dois anos.
Amos disse ser "absolutamente" inaceitável que 11 pessoas tenham perdido suas vidas enquanto trabalhavam na ajuda humanitária porque as duas partes do conflito não mantiveram o cessar-fogo durante os três dias iniciais de pausa. Fonte: Associated Press..