De acordo com as primeiras informações, o jovem apareceu na escola armado e um segurança tentou detê-lo. O segurança conseguiu soar um botão de alarme antes de correr atrás do estudante até a sala de aula.
O estudante matou então um professor de geografia - posteriormente identificado como Andrei Kirillov, de 29 ou 30 anos - e depois abriu fogo contra os policiais que responderam ao chamado antes de ser dominado e preso, relatou Vladimir Markin. Mais cedo, a polícia informou que o professor morto tinha 76 anos.
O jovem, cuja identidade não foi revelada, efetuou pelo menos 11 disparos com uma arma de baixo calibre. Também foi encontrada com ele uma carabina. As armas encontradas com o adolescente estavam registradas legalmente no nome do pai dele.
Atuação do pai
- O pai do adolescente armado teve um papel fundamental para que a ação não ganhasse contornos ainda mais trágicos, afirmou o comandante da polícia de Moscou, Anatoly Yakunin.
Funcionários da escola ligaram para o pai e ele foi imediatamente para lá. Por telefone, ele conversou com o filho durante cerca de 15 minutos para convencê-lo a soltar os cerca de 20 alunos que estavam na sala onde ele matou o professor. A conversa não foi suficiente, disse Yakunin. O pai vestiu então um colete à prova de balas e passou mais 30 minutos falando com o filho antes que os alunos pudessem sair ilesos e a polícia entrasse na sala.
Informações confusas
- Informou-se inicialmente que, além do professor, um segurança teria morrido no ataque, mas a polícia depois informou que a segunda pessoa morta era um de seus agentes. O estado de saúde do policial ferido é grave.
Medidas
- Esse tipo de ataque é bastante raro na Rússia, mas o prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, ordenou uma revisão total do sistema de segurança das escolas da cidade para encontrar eventuais falhas.