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Guarda Costeira do Japão detém capitão de barco chinêsVice-presidente americano visitará China, Japão e Coreia do SulJapão e Rússia firmam cooperação na luta antiterrorismo e antipiratariaAté agora, o governo japonês tem falado sempre no regresso das pessoas às suas casas, depois de concluídos os trabalhos de descontaminação da zona afetada pelo desastre.
O ministro explicou, em declarações ao diário Yomiuri, que “um número cada vez maior de pessoas vai decidir não voltar” por causa dos altos níveis de radiação que ainda são registrados em algumas localidades próximas à central.
“Diante do problema, gostaríamos de preparar uma série de opções”, entre as quais estariam subsídios para a relocalização, explicou Motegi que na pasta que ocupa no governo – Indústria, Economia e Comércio – tem a função de acompanhar situações relacionadas ao acidente nuclear.
As declarações do ministro foram dadas depois que Shigeru Ishiba, secretário-geral do Partido Liberal Democrata, no poder, disse, no fim de semana, ter reivindicado o reconhecimento de que muitas das pessoas deslocadas não poderiam regressar às suas casas.
“Alguém terá de dizer em algum momento que essa região é inabitável”, comentou Ishiba, assegurando que o governo iria compensar as pessoas.