A justiça egípcia ordenou nesta terça-feira o congelamento dos bens dos principais dirigentes islamitas do país, principalmente da Irmandade Muçulmana, a confraria do presidente Mohamed Mursi deposto pelo exército.
Entre as personalidades atingidas pela punição, figuram Mohamed Badie, o Guia Supremo da Irmandade, e seus dois adjuntos, Khairat al-Chater e Rachad al-Bayoumi, atualmente detidos e julgados por incitação à morte de manifestantes anti-Mursi.