O governo brasileiro acompanha a situação na Síria por intermédio de informações do encarregado de negócios no país, o diplomata Bruno Carrilho. O diplomata está em Beirute, capital do Líbano, que faz fronteira com a Síria e envia dados diários ao Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty.
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Maioria dos brasileiros tem dupla nacionalidade e não quer deixar a SíriaConselho de Segurança da ONU tem reunião urgente após denúncia de ataque químico na SíriaAs informações vêm à tona no momento em que há um grupo de especialistas em armas químicas, enviado pela ONU ao país. As atividades dos peritos são mantidas sob sigilo absoluto até a publicação do relatório sobre as avaliações feitas na Síria. Não há data para a divulgação do documento.
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos pediu à comissão internacional, encarregada de investigar a utilização de armas químicas no conflito sírio, que colabore para permitir o envio de ajuda médica aos locais afetados pelos bombardeios.
Desde o início dos confrontos na Síria, em março de 2011, morreram mais de 100 mil pessoas e aproximadamente 7 milhões de sírios precisam de ajuda humanitária de emergência, de acordo com o balanço da ONU. Os confrontos foram deflagrados pela disputa política entre a oposição e o presidente Bashar Al Assad. Assad que é pressionado a deixar o poder, mas resiste em abrir mão do governo.