Funcionários do governo e o exército da Colômbia vinham acusando as Farc de estarem infiltradas nos protestos. Os líderes da mobilização campesina negam.
Na nota, assinada pelo "Estado-Maior do Bloco de Magdalena Medio", as Farc observam que, apesar do processo de paz em andamento com o governo, "deve ficar claro (...) que um acordo será impossível se o povo colombiano continuar sendo violentado como é hoje".
Os protestos dos últimos 40 dias concentram-se em Tibú, um povoado de 40 mil habitantes no nordeste da Colômbia. Eles exigem o fim da destruição dos cultivos de folha de coca e a declaração de 346 mil hectares da área como "zona de reserva campesina". Fonte: Associated Press.