A violência voltou a aumentar no país desde o início do ano, coincidindo com um descontentamento crescente entre os sunitas iraquianos, que em dezembro começaram seus protestos.
A minoria sunita, que dirigiu o país desde seu nascimento, após a Primeira Guerra Mundial, até a queda de Saddam Hussein, em 2003, por parte das forças americanas, acusa o governo iraquiano, formado por xiitas, de marginalizar sua comunidade. O governo fez várias concessões para aplacar os protestos sunitas, como libertar prisioneiros e aumentar os salários dos combatentes sunitas contra a Al-Qaeda, mas não estudou outro problemas levantados por esta minoria.