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Ataque aéreo israelense matou 15 soldados na Síria, afirma ONGAtaques a Damasco intensificam envolvimento de Israel em guerra civil síriaEgito condena ataque aéreo israelense contra SíriaIsrael realiza mais um ataque aéreo contra a SíriaGrupo captura quatro militares da ONU entre Síria e IsraelAtaques de Israel na Síria mataram 42 soldadosIndícios mostram que oposição síria usou gás sarinRebeldes abatem helicóptero no leste da SíriaOs ataques aéreos contra instalações militares nas proximidades de Damasco no domingo - cujo alvo parece ter sido armas que seriam enviadas para o grupo militante libanês Hezbollah - elevou os temores de que o conflito sírio, que já dura 26 meses, passe a abranger uma região mais ampla.
Seus comentários foram feitos enquanto Netanyahu chegava para uma visita de cinco dias à China, que vai terminar em Pequim com reuniões com o presidente Xi Jinping e o primeiro-ministro Li Keqiang.
Trata-se da primeira visita de um primeiro-ministro israelense ao país desde 2007 e se sobrepõe a uma viagem de três dias realizada pelo presidente palestino Mahmoud Abbas a Pequim, onde ele se reuniu com Xi e outras autoridades nesta segunda-feira.
Abbas deve deixar a China na terça-feira e os dois líderes não devem se encontrar enquanto estiverem em território chinês. Os ataques de domingo foram o segundo episódio em 48 horas, realizados com o objetivo de evitar que armas cheguem ao arquirrival de Israel, o Hezbollah.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, pediu comedimento após o evento, enquanto autoridades sírias afirmaram que os "mísseis estão prontos" para retaliar.
Após o primeiro ataque da semana, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou que Israel tem o direito de se proteger. Segundo estimativas, o conflito sírio já matou mais de 70 mil pessoas desde seu início, em março de 2011. As informações são da Dow Jones.