Em agosto, três juízes de instrução de Nanterre, na França, passaram a investigar as suspeitas de assassinato. As desconfiança vieram à tona após a descoberta de uma substância radioativa tóxica, da família do polônio, entre os objetos pessoais de Arafat.
“Estou satisfeita de os três magistrados responsáveis pelo caso terem indicado ao meu advogado que adotaram as medidas necessárias para a viagem a Ramallah. Assim, os peritos da polícia científica francesa poderão recolher amostras”, disse a a viúva.
A polêmica sobre as causas da morte de Arafat surgiu em julho, após um documentário da emissora árabe de televisão Al Jazeera revelar que especialistas suíços, que analisaram os objetos pessoais de Arafat entregues pelo hospital à viúva, tinham descoberto “uma quantidade anormal de polônio”.