O oficial afirmou que, no total, o carro-bomba havia recebido 38 quilos de indugel e dois de estilhaços. Acrescentou que a informação recebida informava que o automóvel seria colocado nas instalações da direção da Polícia de Bogotá "e, efetivamente, o encontramos muito perto"", em um setor residencial conhecido como Eduardo Santos (centro de Bogotá).
Martínez foi enfático ao atribuir a tentativa de atentado à guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc, marxistas). "É um caso dirigido pelos terroristas das Farc", disse o oficial, após informar que já começou a investigação para descobrir onde o veículo foi acondicionado, por onde entrou em Bogotá ou se já estava na cidade.
Uma pessoa que conduzia o automóvel no momento em que foi interceptado pelas autoridades encontra-se detida e está sendo interrogada.