Os bispos "ilegítimos", que não foram reconhecidos pelo Papa e que participaram nas ordenações de bispos autorizadas pela Igreja romana, "usurpam um poder que a Igreja não confiou a eles", enfatiza a nota divulgada pela Santa Sé.
"A Igreja necessita de bons bispos, já que são um dom de Deus para seu povo, a favor do qual exercem o ofício de ensinar, santificar e governar", explica no comunicado.
O Vaticano denuncia a pretensão de alguns organismos de "colocar-se acima da autoridade dos bispos e de guiar a vida da comunidade eclesiástica".
O Vaticano e a China não mantêm relações desde 1951, data na qual a Santa Sé reconheceu Taiwan, e a situação se deteriorou ainda mais em 1957, quando a China organizou sua própria Igreja católica.