O fotógrafo francês William Daniels, que não foi ferido, também estava no grupo, assim como o jornalista espanhol Javier Espinosa. No mesmo ataque a correspondente norte-americana Marie Colvin, também do Sunday Times, e o fotógrafo francês Remi Ochlik foram mortos.
O esforço para retirar os jornalistas e os cidadãos sírios feridos da cidade faz parte de uma tentativa internacional ampla para levar ajuda a pessoas nas áreas mais atingidas pela repressão do regime aos protestos contra o presidente Bashar Assad. Mas a incapacidade da Cruz Vermelha de cumprir todo o plano não soa bem para o futuro da ajuda internacional.
O Ministério de Relações Exteriores do país acusou "grupos armados" de se recusarem a entregar os jornalistas e um ativista local, Abu Mohammed Ibrahim, contactado por meio do programa de comunicação online Skype, afirmou que os jornalistas se recusaram a partir porque o ICRC não entrou na área, apenas a Crescente Vermelha Síria, que, segundo ele, está cheia de "colaboradores do regime".
"Os jornalistas também se recusaram a entregar os corpos", disse Ibrahim. "Eles não sabem o que o governo fará com eles", acrescentou