Para os russos, a reunião de sexta-feira ocorrerá sem o consentimento do governo Assad e com o apoio da oposição ao regime. “De acordo com as informações que temos, está sendo preparado um documento, sem o conhecimento do restante dos convidados, quando será pedido apenas que o assinem", disse o porta-voz russo. "Tendo em conta essas circunstâncias, não vemos possibilidade de participar do encontro", acrescentou.
Os conflitos na Síria duram quase um ano. Nesse período, cerca de 7 mil pessoas, a maioria civis, morreram. Há denúncias de violações de direitos humanos, como torturas, inclusive contra mulheres e crianças, violência sexual, prisões e assassinatos. O governo Assad nega as acusações, informando que atua contra grupos terroristas.