As forças de segurança também abriram fogo em Damasco, na tentativa de interromper a disseminação dos protestos na capital disseram ativistas. A capital do país é uma base do regime do presidente Bashar Assad.
Durante a noite, manifestantes fecharam ruas que levam à Praça Baramkeh, no centro da capital, segundo Mohammed Shami, porta-voz dos ativistas na província de Damasco. Segundo ele, havia uma "campanha de desobediência civil em Damasco em apoio a Homs e às cidades atingidas da Síria".
Na segunda-feira, Assad acusou grupos estrangeiros de financiarem e armarem rebeldes para desestabilizar o país. Em janeiro, a ONU contabilizava 5.400 mortes pela repressão na Síria apenas em 2011. Os protestos contra o regime começaram em março passado e têm sido duramente reprimidos.
Na segunda-feira, a Cruz Vermelha disse que estava tentando um cessar-fogo entre os dois partidos na Síria para permitir a entrada de ajuda humanitária. Hoje, a Rússia e as Nações Unidas devem mandar um enviado especial ao país para ajudar a coordenar a assistência humanitária em segurança. O ministro do Exterior da Rússia propôs em sua conta no twitter que ONU que envie ajuda ao país.